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A República do Pampa

Ref: 700360000001
Modelo: Carlos Nejar / Cândido Luís Vasques

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Sobre o Livro

Em "A República do Pampa", o leitor encontra, pela primeira vez, reunidos em uma nova unidade os quatro magníficos e atemporais livros da poesia nejariana ligada ao pampa: "O Campeador e o Vento", "Canga (Jesualdo Monte)", "A Espuma do Fogo (Sinfonia Pampeana em Sol e Dor Maior)" e "República da Infância". Um livro de 416 páginas que já nasce clássico. No dizer de Cândido Luís Vasques: "O livro da mais elevada poesia pampeana. Eis o que tu tens em mãos, caro gaúcho, caro brasileiro, caro homem do mundo, assim te evoco, pois a poesia nejariana é não só pampeana, mas profundamente brasileira, original, universal. Aqui se encontram reunidos, pela primeira vez, quatro excelentes livros de poesia, os quais, transcendendo uma mera soma das partes, formam uma bela unidade. 'A República do Pampa' título cunhado pelo afiado senso estético e maravilhosa intuição do poeta ? chega para ficar, chega para marcar. [...] Trata-se de um monumento literário legado pelo Rio Grande do Sul ao Brasil e à Grande Literatura; já nasce fazendo companhia às maiores obras conterrâneas. Exagero meu? O tempo dirá. E confio na sua resposta. Mas, por enquanto, ele é tempo de luta, e o vento cervo vai silvando, se misturando aos cedros, ultrapassando o mirante até se misturar a outro tempo depois de ter lutado... Por enquanto, o tempo que temos é o presente, que logo se cumprirá. [...]"

Sobre o Autor Sobre a Editora Características

Imortal da ABL, um dos maiores poetas brasileiros em atividade, Carlos Nejar dispensa apresentações. Com mais de sessenta anos de carreira literária, o poeta gaúcho atualmente reside na “Casa do Vento”, no Flamengo, Rio de Janeiro, de onde continua o seu intenso trabalho literário. Também é membro da Academia Brasileira de Filosofia, do Pen Clube do Brasil, da Academia de Letras de Brasília e Academia de Ciências e Letras, de Lisboa e da Academia Internacional de Cultura Portuguesa. Já recebeu a mais alta condecoração de seu Estado natal, “A Comenda Ponche Verde” e de Minas Gerais, “A grande Medalha da Inconfidência”, em 2010. É considerado um dos 37 escritores chaves do século, entre 300 autores memoráveis, no período compreendido de 1890 – 1990, segundo ensaio, em livro, do crítico suíço Gustav Siebenmann. Traduzido em inúmeras línguas, é estudado nas universidades do Brasil e do Exterior.

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