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Viagem à alma tricolor em 7 epopeias

Modelo: Léo Gerchmann

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Sobre o Livro
O livro que você tem em mãos é uma assumida ousadia. Pretende desvendar os escaninhos de uma paixão. Na verdade, de duas paixões complementares: a que o futebol desperta e, claro, a que se materializa no imaginário a partir de um clube, com suas cores, sua história e seu perfil – sua alma, enfim. O conceito do livro tem como inspiração, de certa forma, o fantástico "Febre de bola", do britânico Nick Hornby, no qual ele, em aparente paradoxo, traduz racionalmente a paixão pelo futebol, o apego, o pertencimento, a aproximação entre diferentes gerações, o vínculo entre pai e filho, a superação, a catarse. Aqui neste livro, descreve-se a alma do Grêmio, não por acaso em sete eventos e também não por acaso em eventos que são épicos. Não ocasionalmente, ainda, este trabalho é escrito por um tricolor apaixonado desde sempre. Mas o autor gremista, um ardoroso defensor da diversidade no sentido mais amplo dessa palavra, enfatiza: como nos outros dois livros que iniciaram esta trilogia, parte-se de eventos em um clube para atingir todas as pessoas, de todas as cores, paixões e preferências. Como dizia o gênio russo Leon Tolstoi: "Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia”. Ao falar de alma e paixão, Viagem à alma tricolor em 7 epopeias tem a pretensão de ser universal.
Sobre o Autor Sobre a Editora Características

"Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e em Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUCRS), Léo Gerchmann é repórter especial do jornal Zero Hora, tendo ênfase em temas internacionais e, mais especificamente, latino-americanos. No site zerohora.com, mantém uma coluna dedicada exclusivamente a esse tema. Teve passagem também por redações como a da revista Placar e trabalhou durante 11 anos no jornal Folha de S. Paulo, pelo qual foi correspondente em Buenos Aires de 1997 a 1998. Entre outras coberturas internacionais, fez a da Copa do Mundo da França, em 1998, eleições em países sul-americanos, a histórica crise argentina de 2001 e a abertura dos ""arquivos do terror"", que comprovaram a existência da Operação Condor, no Paraguai. De 2010 a 2016, esteve quatro vezes na Venezuela, para elaborar reportagens de fôlego sobre a era chavista, abordando seus desdobramentos institucionais e socioeconômicos. É autor, também, dos livros Coligay – Tricolor e de todas as cores, e Somos azuis, pretos e brancos."

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